quarta-feira, 6 de julho de 2011

PSICOSSOCIAL IMPLANTA GINÁSTICA LABORAL

Na tarde de 06 de julho de 2011 o Setor Psicopedagógico e Social implanta o Programa de Ginástica Laboral no setor como uma das ações do segundo semestre.
O programa visa uma melhoria da saúde física e mental da equipe, reduzindo e prevenindo problemas ocupacionais, através de exercícios específicos que são realizados no próprio local de trabalho.
A atividade não cansa e nem sobrecarrega o corpo, porque é leve e de curta duração.

O objetivo de implantar esse programa é o de promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, por meio de exercícios dirigidos que:
- Trabalham a reeducação postural;
- Aliviam o estresse;
- Diminuam o sedentarismo;
- Aumentam o ânimo para o trabalho;
- Promovam a saúde e uma maior consciência corporal;
- Aumentam a integração social;
- Melhoram o desempenho profissional;
- Diminuam as tensões acumuladas no trabalho e outros.





ESTABELECENDO LIMITES COM AFETIVIDADE


Desde que há registros da humanidade, as crianças e adolescentes buscam formas de burlar as regras sociais pela satisfação pessoal e precisam ser orientadas, educadas continuamente pelos adultos que as rodeiam. As crianças e adolescentes têm “um mundo de influências” conduzindo-as para os mais diversos caminhos, mas, cabe aos adultos (pais, seguido dos professores), a função de alicerçar as ações para a formação das crianças e adolescentes desta geração. Ficar reclamando, lamentando, sem tomar atitude de mudança a fim de redirecioná-los para novas posturas, confirma a inércia dos adultos. Para educar é preciso agir, estabelecendo limites de forma afetiva. O grande desafio hoje é achar o equilíbrio entre exercer autoridade sem ser autoritário, é saber estabelecer os limites necessários de forma afetiva, valorizando o ser humano, trabalhando a autoestima. É normal para a criança querer romper os limites, avançar, cabe ao adulto, não apenas dizer o que não deve ser feito, mas o quê e como fazer.


Não se dá limites porque é fácil, e sim, porque são essenciais. Junto com o limite dado pelo adulto, a criança cria um senso de satisfação. Quando a criança tem todos os seus desejos satisfeitos, ela continua com a ideia inicial de “onipotência” e isto gera um alto grau de insatisfação. Apesar de terem tudo, esses meninos estão sempre mal-humorados e insatisfeitos. Estabelecer limites é oferecer à criança ou ao adolescente os extremos, a fronteira até onde ela pode ir. Determinar esta fronteira é dever, inicialmente, dos pais e posteriormente, também dos educadores na escola. Quando estes limites são estabelecidos, a criança ou adolescente pode vir a achar ruim, ficar de cara feia, mas fique tranquilo: está tudo certo. Eles reagem e junto com esta reação há um aprendizado para o resto da vida: aprender a lidar com a frustração; o que é necessário e saudável.


Ao estabelecer limites, alguns alunos deverão ser acompanhados e para isto lembre-se:


*Tenha firmeza!
Nunca devemos desistir de nossos filhos ou pensar que não há esperança para eles.


*Demonstre compaixão e amor!
O amor deve dominar as atitudes dos pais e educadores quando corrigem.


*Seja relevante!
As atitudes devem ter graus de relevância e formas diferentes de ser tratadas.


*Evidencie o perdão!
Quando uma criança ou adolescente admite um erro, não deve receber de volta a lista de seus erros anteriores; trate uma questão de cada vez; evite ser rancoroso.


*Tenha expectativas ou regras claras!
A criança e adolescente deve saber exatamente as regras e limites acerca da vida coletiva e da convivência.


*Seja coerente!
O que é certo não é circunstancial.


Seu comportamento não deve afetar o nosso amor por eles: as ações de disciplina devem ser firmes e acompanhadas de amor. Tratar de um comportamento negativo leva tempo, pois não é apenas dar uma bronca é tratar o coração e isso exige tempo.


A afetividade positiva é a base da ação para estabelecer limites. Paulo Freire dizia há muitos anos que “não se pode falar em educação sem amor.” Sem amor não há como disciplinar, ser exemplo, guiar, andar junto, enfim educar. Este é um desafio diário, que exige de nós, pais e educadores, uma postura de amor a vida e ao ser humano que somos e que educamos. A cada novo dia temos a chance de fazer a diferença na vida dos nossos filhos e alunos.


Baseado no artigo de Edileide Souza Castro. Graduada em Pedagogia; Formação em Psicanálise Clínica; Especialista em Docência Superior; faz Atendimento Clínico; Escritora; Consultora e Instrutora em Recursos Humanos e Empreendedorismo (Atendimento ao cliente, Cultura e Clima Organizacional, Empreendedorismo, Ética e desenvolvimento de equipes, Liderança, Sistema de Gestão de Recursos Humanos) e Educação (Educacional Pedagógico). Ministra palestras, cursos e seminários nas áreas: emocional, educacional, motivacional, de relações interpessoais e pedagógicas.

LIMITES E AFETIVIDADE


Limites e Afetividade, de Gilson de Almeida Pereira, Editora da Ulbra, Canoas, 2004.


A construção de limites e a formação de valores tem sido uma das maiores preocupações dos educadores nestes últimos tempos. Preocupação esta que levou o autor a uma grande reflexão.Gilson de Almeida Pereira é Pedagogo, especialista em orientação educacional, psicopedagogo, Mestre em educação pela PUCRS e doutorando pela mesma instituição. Desenvolve pesquisas destinadas à formação de professores, por isso o livro “Limites e Afetividade” surgiu de uma dissertação de mestrado.


O livro é muito envolvente, dividido em sete capítulos ao longo de 154 páginas, destaca a importância da afetividade na construção de limites. O autor descreve seis tipos de professores, após três semestres letivos de observações e entrevistas em uma escola. Gilson mostra a postura dos professores através de uma história fictícia.


O primeiro professor é desorganizado, não dá atenção aos alunos, não sabe o que faz e, quando questionado irrita-se. Não consegue administrar o carinho, a atenção, a organização pedagógica e a conduta em sala de aula, ou seja, não sabe lidar com limites e afetividade, nem estabelecer uma interação com os alunos.


O segundo, demonstra uma relação de poder, é exigente e enraivecido, procura manter os alunos ocupados a todo instante.


O terceiro professor, é afetivo e ingênuo, com baixa auto-estima e extremamente religioso.


O quarto, varia muito de humor, diversificando as atividades, irrita-se com menos facilidade.


O quinto professor, é extremamente afetuoso e preocupado com seus alunos. Desenvolve um trabalho mais relacionado com a vida de seus alunos, buscando se relacionar com eles, trabalhando com o respeito mútuo e os limites. No entanto, cobra muito com excesso de trabalhos e avaliações.


O sexto não suporta a falta de respeito ou de comprometimento, mas consegue estabelecer limites e, estimula os alunos a resolver suas dificuldades. Tem humor apurado e atitude de respeito mútuo. É rígido e trabalha os limites através de laços afetuosos.


Com essas observações, o autor deixa claro que a postura do professor influencia na disciplina de uma turma. Muitos professores precisam ter o controle de tudo, não permitem conversas e brincadeiras. Com isso, deixam de utilizar recursos e técnicas que poderiam tornar suas práticas pedagógicas mais interessantes e motivadoras. São extremamente autoritários, exercem controle rígido, ditam regras e limites. Os alunos por sua vez, buscam seu espaço para expressar suas idéias, através da indisciplina, respondendo ao abuso da autoridade com atos provocativos.


No decorrer do livro, o autor enfoca “o afeto como fator básico para a construção dos valores e limites, chegando ao ideal do respeito mútuo entre os seres humanos”. De acordo com o tipo de ação adotada pelo professor, autoritária ou libertadora, as relações estabelecerão limites de maneira diferente. Por isso, é tão importante o respeito mútuo, o afeto para que se estabeleçam os limites e o respeito às regras.


O autor afirma ainda: “ o que não significa que, para ser afetuoso, seja necessário dizer somente sim. O afeto está presente no ato, seja este um afago ou uma negação, seja um elogio ou uma repreensão.” Quando o aluno sente-se respeitado e sabe que existe alguém preocupado com ele, que lhe demonstre afetividade, saberá aceitar quando for repreendido ou quando algo lhe é negado.


O livro “ Limites e Afetividade” é uma referência bibliográfica indispensável para todos educadores. Com ele, é possível compreender a importância do afeto na relação professor-aluno, refletir sobre a prática educativa através da análise das posturas descritas. A sua leitura possibilita uma profunda tomada de consciência de nossos atos e da necessidade de buscar alternativas e ações para tornar o ambiente escolar um lugar propício para a aprendizagem, para as relações humanas e para a formação de cidadãos conscientes e afetuosos.


Retirado do blog http://aprenderinteragindo.blogspot.com/

terça-feira, 5 de julho de 2011

SETOR PSICOSSOCIAL REALIZA TESTE DE ACUIDADE VISUAL NA EMEF SABINO FERREIRA FREIRE

O setor Psicopedagógico e Social realizou na manhã de 05 de julho de 2011 teste de Acuidade Visual em uma criança utilizando a Escala de Sinais de Snellen.
PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DA TÉCNICA


Os técnicos do setor Marleide Rodrigues do Nascimento Oliveira e Paulo de Tarso de Araújo Leite, prepararam o ambiente para a aplicação do teste obedecendo as seguintes características: local calmo, bem iluminado e sem ofuscamento. A escala de Sinais Snellen foi colocada numa parede a uma distância de cinco metros da criança examinada.


MATERIAIS UTILIZADOS NA TÉCNICA:

-Escala de Sinais Snellen;
-Objeto para apontar os optotipos (lápis preto);
-Cartão oclusor;
-Cadeira (opcional);
-Fita adesiva;
-Impresso para anotação dos resultados



Realizado o teste foi elaborado um relatório descritivo sobre o comportamento apresentado pela criança durante a realização do referido teste de acuidade.






sexta-feira, 1 de julho de 2011

MESTRES NA ARTE DE VIVER. A felicidade está logo ali


“Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu tempo livre, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a religião. Distingue uma coisa da outra com dificuldade. Almeja, simplesmente, a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou se divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.” (Pensamento Zen, apresentado por Domenico de Masi, Sociólogo Italiano, no livro “O Ócio Criativo”)


Como seria bom se todos conseguissem ignorar as linhas divisórias que estabelecem as fronteiras entre trabalho e tempo livre. Imaginem o ganho de felicidade. Haveria também, é claro, ganho de produtividade. Mas, acima de tudo, o maior lucro seria a satisfação pessoal, a alegria de viver estaria em alta, se não em todo o tempo, na maior parte dele...


Sonho com a escola que um dia será capaz de efetivar uma relação de trabalho tão prazerosa com seus alunos, que educação e recreação se tornarão uma coisa apenas. Aprender de forma lúdica, instigante, interessante... Que professor não deseja atingir esta alquimia, criar a fórmula que transforma qualquer reles pedregulho numa pepita de outro ou mesmo água, ainda que pura e cristalina, no mais saboroso dos vinhos, o néctar dos deuses... Que alunos desejem estar nesta escola que os desafiam enquanto lhes permitem aprender, que os fazem jogar ao mesmo tempo em que ampliam seus saberes...


E quem criou as fronteiras entre o fazer produtivo e o tempo livre, aquele que as pessoas dedicam ao seu desfrute?


Foi Deus, podem dizer alguns, ainda crentes na ideia de que não depende de nós o amanhã e sim de forças maiores, desprezando nosso livre-arbítrio. Foram os capitalistas, pensam tantos outros, atribuindo a sua sanha por lucro a criação de um modelo social, no qual o que importa é ser produtivo. A responsabilidade é dos governos, alegam vários, que tudo atribuem às forças políticas que comandam, segundo pensam, todas as forças do universo, ao menos aquelas da esfera terrena...


Se há responsáveis ou culpados por termos sido expulsos do Éden, sem dúvida alguma, somos nós mesmos. Cada indivíduo é o verdadeiro e único carcereiro que tem a chave que tranca a si mesmo atrás das grades aparentemente inexpugnáveis de sua própria prisão. Sendo assim, abrir ou manter fechado o caminho para uma existência marcada pela felicidade ou pela tristeza compete exclusivamente a quem, a não ser a nós mesmos?


A distinção entre trabalho e tempo livre está, portanto, em nossa própria mente e se propaga ou permanece entre nós em virtude da incapacidade que temos de buscar caminhos alternativos, que nos permitam cruzar as rotas e tornar o dia de amanhã muito mais são, doce, alegre, saboroso...


Domenico de Masi, ao resgatar através deste belo pensamento Zen a necessidade de superarmos as barreiras que travam nossa busca pela felicidade, nos permite reviver e crer novamente nas sábias palavras do eterno Beatle John Lennon, quando afirmou que “o sonho não acabou”...


E qual é o melhor dos sonhos senão aqueles nos permitem trabalhar como se estivéssemos brincando, estudar como se fôssemos nos divertir, produzir ao mesmo tempo em que aprendemos, rezar enquanto vivenciamos de forma terna e serena o mais sublime amor... Só precisamos então, encontrar a chave para sair do cárcere, abandonar o calabouço, encontrar a luz e fazer da alegoria da caverna de Platão, mais do que metáfora, realidade...

LER É INTERAGIR COM O MUNDO


Todo tipo de leitura leva o ser humano a melhorar suas referências culturais e intelectuais.
O brasileiro não gosta de ler muito comparado a outros povos.
Os recursos tecnológicos vieram facilitar a relação do jovem com o mundo da leitura.
Isso é bom porque é o início de um processo de descoberta com caminhos alternativos.
Creio que o livro-papel sempre vai existir como recurso saudável, inteligente, imaginativo e companheiro.
A leitura nos leva e nos enleva às delícias da imaginação, do sonho, da fantasia.
O real coadjuvado com o irreal. Abre portas, possibilita contatos, rupturas, conhecimento, amizade, conceitos, aprendizagem.
A leitura desenvolve a sensibilidade, aumenta o potencial criativo e cognitivo, ajuda na formação moral do indivíduo, desvela valores e crenças antes desconhecidos, levanta a autoestima, enfim, muitas vezes até cura e regenera estados enfermos da alma e do espírito.
Temos ainda várias segmentações da leitura, que é uma forma de linguagem, e faz parte da comunicação humana.
Como nos comunicamos?
Fazendo a interação com o outro por meio da comunicação, que pode ser manifestada de várias formas: linguagem visual, plástica, oral, escrita, virtual, corporal e outras certamente já atualizadas.
Então somos emissores e receptores da linguagem que expressa o pensamento humano.
Podemos e temos o dom de ler o mundo, ler o outro, interagir e transformar os conteúdos da linguagem e da expressão comunicativa.
Seríamos pessoas melhores se fôssemos apaixonados pela leitura, seja ela qualquer tipo.
Fazemos referência e preferência dos gêneros de conteúdos apresentados nas diversas abordagens da leitura; mas não importa, o que é bom mesmo é caminhar pelos meios virtuais, pelas letras, pelas imagens, cores, pela vida, pelos sabores, pelo encantamento.
Interagir com o mundo implica sermos generosos e nos doarmos para o outro e pela causa, compartilhar, conviver, amar, construir, transformar, ser feliz.
Fazer a ponte, desconstruir espaços e geografias, trazer o tempo, levar a esperança, rir, chorar, acreditar e torna-se melhor, irradiando palavras e ações possíveis de um mundo melhor e de pessoas mais humanizadas.
Ler então passa a ser uma atitude visceral para construção e desenvolvimento pleno do homem em sua busca por necessidades e qualidade de vida.



Júlia Aparecida Séccolo é pedagoga com Pós-Graduação Lato Senso – Gestão Educacional, formada em Programação Neurolinguistica e é formada internacionalmente em Coaching, atuando em Treinamentos, Palestras e Workshops.

ESCOLA É LUGAR DE GENTE

...Cercados de pessoas por todos os lados e sozinhos...
A Escola é: o lugar onde se faz amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos... Escola é, sobretudo, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima: Coordenador é gente,o professor é gente, o aluno é gente,cada funcionário é gente. E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados". Nada de conviver com pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém, nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se amarrar nela. Ora, é lógico... Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz.
Paulo FreireEducador Brasileiro


Vivemos em rede. Conectados. Plugados. Praticamente 24 horas por dia online. Pela Internet, através de nossos computadores e celulares, vamos do Brasil ao Japão em segundos. Temos contatos em todos os cantos do mundo. A tecnologia nos permite este assombro e nos abre possibilidades fantásticas. Estamos na “rede cercada de gente por todos os lados”.


Mas quem realmente conhecemos? Com quem convivemos? Onde estão as pessoas de carne e osso? E quando elas estão próximas mesmo, estendemos as mãos para elas? Sabemos quais são seus interesses, ideias, princípios? De que valem as redes se elas conectam, criam links, mas não permitem o estabelecimento de laços reais, profundos e verdadeiros entre as pessoas?


As escolas, como nos lembra Paulo Freire - com sua sabedoria própria e peculiar, simples e devastadora - só se constituem de forma plena enquanto ambientes de aprendizagem se a percebermos (e a realizarmos) indo além do estudo e do trabalho, seus elementos basilares...


Ir à escola para estudar é apenas pretexto e ainda não nos demos conta... A educação encerra possibilidades muito maiores e, ainda, possibilita a aprendizagem, literalmente como efeito colateral, a partir da interação, do encontro, da concretização de laços afetivos, da definição de objetivos comuns e da camaradagem...


E qual o maior ponto de encontro senão o fato de sermos todos seres humanos, gente de carne e osso, com nossas qualidades e fraquezas, medos e inseguranças, vitórias e conquistas? Professores, diretores, alunos, pais, funcionários e todos os elementos que estão na escola reúnem-se a partir da premissa da educação, mas este nobre propósito só se efetiva se conseguirmos criar elos que nos aproximem e que nos permitam unificar ações utilizando a riqueza que há em nossa diversidade...


Passar pela escola, ou ainda, em maior instância, pela vida, sem “criar laços de amizade”, “ambiente de camaradagem”, ou ainda sem “se amarrar nela”, como nos lembra com lirismo o mestre Paulo Freire, não é viver, é apenas sobreviver...


E no mundo de hoje, paralelos entre a escola e a sociedade, aceleradas, mas aparentemente perdidas quanto ao destino, nos conclama a refletir quanto ao mundo e a vida que queremos, para nós mesmos e nossos descendentes, amigos, parentes, vizinhos, conterrâneos...


Que escola desejamos? Que redes estamos construindo? Que vida almejamos? Pare. Pense. Se articule para chegar aonde realmente quer ir... Vá além dos prédios, dos livros, dos conteúdos...


Ultrapasse o computador, o celular, as redes, a internet... Chegue nas pessoas, abrace seu próximo, estimule o companheirismo, seja amigo... Afinal de contas, é nisto que reside o objetivo final de todos e de qualquer um, simplesmente, na felicidade... E não há maior felicidade no mundo que o encontro fraterno e verdadeiro entre as pessoas...